O Senhor Onipotente O Poderoso Yeshua O Salvador

O Senhor Onipotente O Poderoso Yeshua O Salvador
Jesus Cristo Chamado em Hebraico de Yeshua que quer dizer O Eterno Salvador

O Senhor Onipotente Salvador

O Senhor Onipotente Salvador
Yeshua O Senhor Salvador Jesus Cristo

Belo Horizonte

Belo Horizonte Tem Jeito Jesus Cristo

Belo Horizonte Tem Jeito Jesus Cristo
Belo Horizonte Has A Way Jesus Christ - Slogan da Campanha Mundial da Fraternidade 2012

No Mais Belo Horizonte Cerimonial

Crepúsculo em Curral del Rey

JC Ama Curral Del Rey BH.

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JC Ama Sua Terra Natal Belo Horizonte A Linda Capital Das Minas Gerais

Borboletas

Borboleta

Belo Horizonte A Nova Capital de Minas


Belo Horizonte é uma metrópole diferente, cercada por exuberantes paisagens da natureza, belíssimas cachoeiras e grutas. Com clima privilegiado e cercada pelas montanhas da Serra do Curral, Belo Horizonte tem despertado a atenção pelo potencial ecoturístico. A poucos quilômetros do centro existem diversos roteiros para inesquecíveis passeios ecológicos, com trilhas que escondem centenas de nascentes e riachos, cachoeiras e poços de águas cristalinas. Pequenos bares e restaurantes próximos às trilhas oferecem a típica comida mineira em fogão de lenha. Para quem gosta de adrenalina, a região é ideal para a prática de diversas modalidades de esportes de aventura. Belo Horizonte é ponto de partida também para passeios históricos. Nas cidades históricas, pode-se apreciar a riqueza da arquitetura e do barroco mineiro, que traduzem a história do estado e do país. Veja aqui as dicas de ecoturismo e de visitas às cidades históricas, com indicações de hotéis-fazenda e pousadas.(Fonte: Belotur)


Igreja de São francisco de Assis * Pampulha
A Grande Belo Horizonte Integram a Região Metropolitana de Belo Horizonte os municípios de Baldim, Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Caeté, Capim Branco, Confins, Contagem, Esmeraldas, Florestal, Ibirité, Igarapé, Itaguara, Itatiaiuçu, Jabuticatubas, Juatuba, Lagoa Santa, Mário Campos, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Nova União, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Rio Manso, Sabará, Santa Luzia, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo, Taquaraçu de Minas e Vespasiano. Foi à procura de ouro que, no distante 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à serra de Congonhas. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar: construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado.O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. Da serra de Congonhas mudou-se o antigo nome: é hoje a nossa Serra do Curral. Nossa Senhora da Boa Viagem, a quem os forasteiros pediam proteção, tornou-se padroeira do local. Aos poucos, o Curral del Rei foi crescendo, apoiado na pequena lavoura, na criação e comercialização de gado e na fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se pela região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, saltou para a marca de 18 mil habitantes. Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado a Sabará, o Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. Esse ciclo de prosperidade, contudo, durou pouco. As diversas regiões que constituíram o arraial foram se tornando autônomas, separando-se dele. A população rapidamente diminuiu e a economia local entrou em decadência. Já no final do século passado, restavam mais de 4 mil habitantes. Sua rotina era simples e monótona. Começava cedo, no trabalho de casa ou na lavoura, e terminava às dezenove horas, quando muitos já começavam a se recolher. Durante o dia, a Farmácia Abreu era o ponto de encontro preferido para o bate-papo. à noite, as mulheres faziam novenas, enquanto os homens improvisavam um botequim no Armazém Esperança. De vez em quando, uma serenata fazia as janelas se abrirem. Apenas nos fins-de-semana o arraial ganhava vida, quando os moradores das redondezas vinham ouvir a missa ou visitar parentes e fazer compras. Em datas especiais, o arraial tornava-se mais alegre: nas Festas Juninas, no Natal ou no Dia da Padroeira os festejos eram certos. A Proclamação da República, em 1889, vem trazer aos curralenses a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, aos sócios do Clube Republicano do arraial propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Foi nesse clima de euforia que os horizontinos receberam a notícia da nova construção da nova capital. Durante três dias o arraial se pôs em festa, com missa solene, discursos, bandas de música e bailes. Seus habitantes já sonhavam com modernização e o progresso que a capital traria para a região. Nem imaginavam que, nos planos dos construtores, não havia espaço reservado para eles.



Av. Afonso Pena Centro Belo Horizonte 




Antiga Curral Del Rey Belo Horizonte




A discussão sobre a mudança da capital mineira não surgiu no século passado; era, ao contrário, uma idéia muito antiga. A primeira tentativa de transferir a sede do Governo para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1879, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João Del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República. Só que dessa vez, não se tratava de uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade. Uma série de fatores favorecia a idéia de mudança. Em primeiro lugar, para se destacar o novo cenário republicano, Minas Gerais precisava mostrar-se politicamente unida e forte. A construção de uma nova capital, localizada no centro geográfico do Estado, poderia facilitar o equilíbrio das diversas facções políticas que então disputavam o poder. Os republicanos também desejavam promover o Progresso de Minas Gerais, tornando-o um Estado industrializado e moderno. A cidade de Ouro Preto não oferecia condições adequadas para o crescimento econômico esperado. Os transportes e as comunicações eram dificultados pelo relevo acidentado da cidade e as estruturas de saneamento e higiene não comportavam mais um aumento da população. A construção de uma nova capital, planejada de acordo com essas exigências era a solução para o problema do crescimento. Um outro fator contribuiu para fortalecer a idéia de mudança. Ouro Preto, cidade histórica, guardava em sua arquitetura uma série de símbolos e marcas do passado colonial que os republicanos queriam enterrar. com suas ruelas e becos, suas igrejas barrocas e suas casas, porões e senzalas, a velha capital lembrava os anos da dominação portuguesa, das conspirações e da escravidão. Uma nova cidade, planejada segundo os valores modernos, seria o símbolo de uma nova era. 

Em 1891, o presidente do Estado, Augusto de Lima, formulou um decreto determinando a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os "mudancistas", favoráveis à nova capital, e os "não-mudancistas". Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou um Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade. O Congresso mineiro, a quem cabia a decisão final, votou a favor de Belo Horizonte. Assim, a 17 de dezembro de 1893, a lei n.º 3 foi adicionada à Constituição Estadual, determinando que a nova sede do Governo fosse erguida em Belo Horizonte, chamando-se Cidade de Minas. No prazo máximo de quatro anos, a capital deveria ser inaugurada. A lei criava ainda a Comissão Construtora, composta de técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras. Em sua formação, estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do país, chefiados por Aarão Reis.

** Ir para Belo Horizonte **
http://www.horizontebelo1.blogspot.com





Belo Horizonte A Capital de Minas Apoio Cultural Produtos Caracol


Belo Horizonte é uma metrópole diferente, cercada por exuberantes paisagens da natureza, belíssimas cachoeiras e grutas. Com clima privilegiado e cercada pelas montanhas da Serra do Curral, Belo Horizonte tem despertado a atenção pelo potencial ecoturístico. A poucos quilômetros do centro existem diversos roteiros para inesquecíveis passeios ecológicos, com trilhas que escondem centenas de nascentes e riachos, cachoeiras e poços de águas cristalinas. Pequenos bares e restaurantes próximos às trilhas oferecem a típica comida mineira em fogão de lenha. Para quem gosta de adrenalina, a região é ideal para a prática de diversas modalidades de esportes de aventura. Belo Horizonte é ponto de partida também para passeios históricos. Nas cidades históricas, pode-se apreciar a riqueza da arquitetura e do barroco mineiro, que traduzem a história do estado e do país. Veja aqui as dicas de ecoturismo e de visitas às cidades históricas, com indicações de hotéis-fazenda e pousadas.(Fonte: Belotur)



Igreja de São Francisco de Assis * Pampulha

A Grande Belo Horizonte Integram a Região Metropolitana de Belo Horizonte os municípios de Baldim, Belo Horizonte, Betim, Brumadinho, Caeté, Capim Branco, Confins, Contagem, Esmeraldas, Florestal, Ibirité, Igarapé, Itaguara, Itatiaiuçu, Jabuticatubas, Juatuba, Lagoa Santa, Mário Campos, Mateus Leme, Matozinhos, Nova Lima, Nova União, Pedro Leopoldo, Raposos, Ribeirão das Neves, Rio Acima, Rio Manso, Sabará, Santa Luzia, São Joaquim de Bicas, São José da Lapa, Sarzedo, Taquaraçu de Minas e Vespasiano. Foi à procura de ouro que, no distante 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à serra de Congonhas. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar: construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado.O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas, fizeram da região um ponto de parada. O povoado foi batizado de Curral del Rei. Da serra de Congonhas mudou-se o antigo nome: é hoje a nossa Serra do Curral. Nossa Senhora da Boa Viagem, a quem os forasteiros pediam proteção, tornou-se padroeira do local. Aos poucos, o Curral del Rei foi crescendo, apoiado na pequena lavoura, na criação e comercialização de gado e na fabricação de farinha. Algumas poucas fábricas, ainda primitivas, instalaram-se pela região: produzia-se algodão, fundia-se ferro e bronze. Das pedreiras, extraía-se granito e calcário. Frutas e madeiras eram vendidas para outros locais. Com a decadência da mineração, o arraial se expandiu. Das 30 ou 40 famílias existentes no início, saltou para a marca de 18 mil habitantes. Elevado à condição de Freguesia, mas ainda subordinado a Sabará, o Curral del Rei englobava as regiões de Sete Lagoas, Contagem, Santa Quitéria (Esmeraldas), Buritis, Capela Nova do Betim, Piedade do Paraopeba, Brumado Itatiaiuçu, Morro de Mateus Leme, Neves, Aranha e Rio Manso. Vieram as primeiras escolas, o comércio se desenvolveu. No centro do arraial, os devotos ergueram a Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem. Esse ciclo de prosperidade, contudo, durou pouco. As diversas regiões que constituíram o arraial foram se tornando autônomas, separando-se dele. A população rapidamente diminuiu e a economia local entrou em decadência. Já no final do século passado, restavam mais de 4 mil habitantes. Sua rotina era simples e monótona. Começava cedo, no trabalho de casa ou na lavoura, e terminava às dezenove horas, quando muitos já começavam a se recolher. Durante o dia, a Farmácia Abreu era o ponto de encontro preferido para o bate-papo. à noite, as mulheres faziam novenas, enquanto os homens improvisavam um botequim no Armazém Esperança. De vez em quando, uma serenata fazia as janelas se abrirem. Apenas nos fins-de-semana o arraial ganhava vida, quando os moradores das redondezas vinham ouvir a missa ou visitar parentes e fazer compras. Em datas especiais, o arraial tornava-se mais alegre: nas Festas Juninas, no Natal ou no Dia da Padroeira os festejos eram certos. A Proclamação da República, em 1889, vem trazer aos curralenses a esperança de transformações. Para entrar na era que então se anunciava, deixando para trás o passado monárquico, aos sócios do Clube Republicano do arraial propuseram a mudança de seu nome para Belo Horizonte. Foi nesse clima de euforia que os horizontinos receberam a notícia da nova construção da nova capital. Durante três dias o arraial se pôs em festa, com missa solene, discursos, bandas de música e bailes. Seus habitantes já sonhavam com modernização e o progresso que a capital traria para a região. Nem imaginavam que, nos planos dos construtores, não havia espaço reservado para eles.


*** Av. Afonso Pena Centro de Belo Horizonte ***









Apoio Cultural Laticínios Raínha Produtos Caracol
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Bairros Tradicionais da Capital Mineira Belo Horizonte



* Vista Parcial de Belo Horizonte *
* Histórico da Capital de Minas *
Sua ocupação remonta à construção da nova Capital, sendo uma das regiões mais antigas de Belo Horizonte. Com bairros tradicionais como Floresta, Santa Efigênia, Santa Tereza e Sagrada Família, a região se expandiu dando origem a novos bairro como Colégio Batista, Horto, Instituto Agronômico e outros.

** Bairros de Belo Horizonte **


*** Floresta ***
O bairro mais antigo da região surgiu com a construção de casas simples que serviram de residência para os operários da comissão construtora da Capital. Pela proximidade do centro da Capital, a expansão da cidade dirigiu-se em direção ao Floresta, que se desenvolveu rapidamente surgindo novas e modernas contruções. Locais tradicionais como a rua Itajubá que, durante muito tempo, foi um dos pontos mais movimentados da cidade pela animação de seus bares e bailes de carnaval, fazem a história do bairro. Ainda no Floresta encontra-se a primeira fábrica de doces de Belo Horizonte, a Lalka, que fundada pela família polonesa Grochowski em 1925, ficou famosa por seus bombons, balas e chocolates. Vários personagens ilustres como Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e Waldemar de Almeida Barbosa foram moradores do Floresta.

*** Santa Tereza ***
O bairro foi ocupado inicialmente por imigrantes, predominantemente italianos. Isso foi devido à localização do Centro de Imigração neste bairro, que acolhia e regularizava a situação desses imigrantes no país. No início do século XX, o
bairro ficou conhecido como a região do Isolado, pela presença de um hospital  que tratava de pacientes psiquiátricos e tuberculosos, doença respiratória considerada incurável na época. O bairro possui uma forte efervescência cultural, marcado pelos seus tradicionais blocos carnavalescos (como a Banda Santa) e surgimento de musicistas como Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e Fernando Brant e bandas conhecidas internacionalmente como Sepultura e Skank. Possui larga variedade de opções de diversão e atividade cultural, como as casas de seresta, as feiras de artesanato e o famoso macarrão do Bolão, que atraem pessoas de todas as partes da cidade.

** A Construção da Nova Capital **
A mudança da capital de Minas Gerais foi cogitada já em meados do século XIX, quando o Presidente da Província Soares de Andréa propôs a mudança para Mariana ou Säo João Del Rey. Em 1867, o deputado Pe. Souza Paraíso, apresentou projeto transferindo a capital para as margens do Rio das Velhas. O deputado apontava duas razões para a mudança da capital de Ouro Preto: a situação topográfica desfavorável e a decadência da região mineradora.


A Nova Capital de Minas Planejada Belo Horizonte


Foi organizada, a planta geral da futura cidade dispondo-se na parte central, no local do atual arraial, a área urbana, de 8.815.382 m², dividida em quarteirões de 120 m x 120 m pelas ruas, largas e bem orientadas, que se cruzam em ângulos retos, e por algumas avenidas que as cortam em ângulos de 45º.
Às ruas fiz dar a largura de 20 metros, necessária para a conveniente arborização, a livre circulação dos veículos, o trafego dos carros e trabalhos da colocação e reparações das canalizações subterrâneas. 
Às avenidas fixei a largura de 35 metros, suficiente para dar-lhes a beleza e o conforto que deverão, de futuro, proporcionar à população. Entretanto, Aarão Reis não queria a cidade como um sistema que se expandiria indefinidamente. Entre a paisagem urbana e a natural foi prevista uma zona suburbana de transição, mais solta, que articulava os dois setores através de um bulevar circundante, a avenida do Contorno, bastante flexível e que se integrava perfeitamente na composição essencial. A concepção do plano fundia as tradições urbanísticas americanas e européias do século XIX. O tabuleiro de xadrez da primeira era corrigido por meio das amplas artérias oblíquas, e espaços vazios, uma preocupação constante com as perspectivas monumentais que provinha do Velho Mundo, com marcadas influências de Haussmann.


A Antiga Curral Del Rey - Belo Horizonte


A discussão sobre a mudança da capital mineira não surgiu no século passado; era, ao contrário, uma idéia muito antiga. A primeira tentativa de transferir a sede do Governo para uma cidade diferente de Ouro Preto data de 1879, quando os inconfidentes planejaram instalar a capital de sua república em São João Del Rei. Depois disso, mais quatro tentativas foram feitas, todas fracassadas. A questão só veio a ser considerada após a Proclamação da República. Só que dessa vez, não se trata de uma simples transferência, mas a construção de uma nova cidade. Uma série de fatores favorecia a idéia de mudança. Em primeiro lugar, para se destacar o novo cenário republicano, Minas Gerais precisava mostrar-se politicamente unida e forte. A construção de uma nova capital, localizada no centro geográfico do Estado, poderia facilitar o equilíbrio das diversas facções políticas que então disputavam o poder. Os republicanos também desejavam promover o progresso de Minas Gerias, tornando-o um Estado industrializado e moderno. A cidade de Ouro Preto não oferecia condições adequadas para o crescimento econômico esperado. Os transportes e as comunicações eram dificultados pelo relevo acidentado da cidade e as estruturas de saneamento e higiene não comportavam mais um aumento da população. A construção de uma nova capital, planejada de acordo com essas exigências era a solução para o problema do crescimento. Um outro fator contribuiu para fortalecer a idéia de mudança. Ouro Preto, cidade histórica, guardava em sua arquitetura uma série de símbolos e marcas do passado colonial que os republicanos queriam enterrar. com suas ruelas e becos, suas igrejas barrocas e suas casas, porões e senzalas, a velha capital lembrava os anos da dominação portuguesa, das conspirações e da escravidão. Uma nova cidade, planejada segundo os valores modernos, seria o símbolo de uma nova era. Em 1891, o presidente do Estado, Augusto de Lima, formulou um decreto determinando a transferência da capital para um lugar que oferecesse condições precisas de higiene. Adicionada à Constituição Estadual, a lei provocou muitos protestos da população ouropretana. Os mineiros dividiram-se entre os "mudancistas", favoráveis à nova capital, e os "não-mudancistas". Cada um desses grupos fundou seu jornal, promovendo reuniões e debates. O Governo Estadual, enfrentando essas disputas, criou um Comissão de Estudos para indicar, dentre cinco localidades, a mais adequada para a construção da nova cidade. O Congresso mineiro, a quem cabia a decisão final, votou a favor de Belo Horizonte. Assim, a 17 de dezembro de 1893, a lei n.º 3 foi adicionada à Constituição Estadual, determinando que a nova sede do Governo fosse erguida em Belo Horizonte, chamando-se Cidade de Minas. No prazo máximo de quatro anos, a capital deveria ser inaugurada. A lei criava ainda a Comissão Construtora, composta de técnicos responsáveis pelo planejamento e execução das obras. Em sua formação, estavam alguns dos melhores engenheiros e arquitetos do país, chefiados por Aarão Reis.
*** Ir para Belo Horizonte ***
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Em Minas Clínica Feminina Para Dependentes Químicos * Asfer Associação Feminina de Recuperação de Lagoa da Prata

Asfer - Associação Feminina de Recuperação de Lagoa da Prata – MG
 A Asfer é uma entidade filantrópica que atende a pessoas do sexo feminino dependentes do abuso de substancia químicas, ou seja, drogas e álcool, e tem como objetivo a recuperação e reabilitação para o convívio social.


Trabalho, Disciplina e Oração
Trabalho 
Trabalho Físico Realização de tarefas pelas residentes: faxinas, cozinha, horta, jardim, etc. Com o objetivo de desintoxicação e manutenção da comunidade. Trabalho Interior: Realizado através dos 12 passos, Amor-Exigente, terapia de grupo e individual com apoio de psicóloga. Disciplina: Resgate de valores pessoais, sendo corrigido através de observação de horários, organização de armários e camas, lavar a própria roupa, higiene pessoal. Etc. Oração: Parte principal para a recuperação, oferecendo a oportunidade para o despertar espiritual através de grupos de oração, formação religiosa, círculo bíblico, terços e missas.

*** Bairros de Belo Horizonte ***


*** Vista Parcial de Belo Horizonte ***
*** Histórico da Capital de Minas ***
Sua ocupação remonta à construção da nova Capital, sendo uma das regiões mais antigas de Belo Horizonte. Com bairros tradicionais como Floresta, Santa Efigênia, Santa Tereza e Sagrada Família, a região se expandiu dando origem a novos bairro como Colégio Batista, Horto, Instituto Agronômico e outros.
*** Bairros de Belo Horizonte ***
*** Floresta ***
O bairro mais antigo da região surgiu com a construção de casas simples que serviram de residência para os operários da comissão construtora da Capital. Pela proximidade do centro da Capital, a expansão da cidade dirigiu-se em direção ao Floresta, que se desenvolveu rapidamente surgindo novas e modernas contruções. Locais tradicionais como a rua Itajubá que, durante muito tempo, foi um dos pontos mais movimentados da cidade pela animação de seus bares e bailes de carnaval, fazem a história do bairro. Ainda no Floresta encontra-se a primeira fábrica de doces de Belo Horizonte, a Lalka, que fundada pela família polonesa Grochowski em 1925, ficou famosa por seus bombons, balas e chocolates. Vários personagens ilustres como Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e Waldemar de Almeida Barbosa foram moradores do Floresta.
*** Santa Tereza ***
O bairro foi ocupado inicialmente por imigrantes, predominantemente italianos.
Isso foi devido à localização do Centro de Imigração neste bairro, que acolhia e regularizava a situação desses imigrantes no país. No início do século XX, o
bairro ficou conhecido como a região do Isolado, pela presença de um hospital
que tratava de pacientes psiquiátricos e tuberculosos, doença respiratória considerada incurável na época. O bairro possui uma forte efervescência cultural, marcado pelos seus tradicionais blocos carnavalescos (como a Banda Santa) e surgimento de músicos como Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e Fernando Brant e bandas conhecidas internacionalmente como Sepultura e Skank. Possui larga variedade de opções de diversão e atividade cultural, como as casas de seresta, as feiras de artesanato e o famoso macarrão do Bolão, que atraem pessoas de todas as partes da cidade.
*** A Construção da Nova Capital ***
A mudança da capital de Minas Gerais foi cogitada já em meados do século XIX, quando o Presidente da Província Soares de Andréa propôs a mudança para Mariana ou Säo João Del Rey. Em 1867, o deputado Pe. Souza Paraíso, apresentou projeto transferindo a capital para as margens do Rio das Velhas. O deputado apontava duas razões para a mudança da capital de Ouro Preto: a situação topográfica desfavorável e a decadência da região mineradora.

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Com Você Desde Os Primeiros Passos... 

* Centro Administrativo do Estado de Minas Gerais *


* Centro Administrativo do Estado de Minas Gerais *
O empreendimento tem seis edificações divididas em duas torres de 15 andares cada uma, consolidando a eficiente política de gestão pública do Estado, a obra avaliada em mais de 1 Bilhão  implantada pela Codemig. O ousado projeto do Governo de Minas construido numa àrea de 800 mil metros quadrados. Da àrea total 200 mil metros quadrados foram destinados às edificações. Este projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
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